domingo, 18 de março de 2012





Muito obrigado!

“Nós, do Grupo de Contadores de Histórias Ayvu Rapyta , agradecemos grandemente por
sua participaçãoespecial na programação da II Comemoração do Dia Internacional dos Contadores de Histórias.
Obrigado por você acreditar neste encontro como uma celebração à palavra contada, por acreditar no sopro de vida que a palavra narrada traz consigo.
Obrigado, por crer que pessoas apaixonadas pela palavra podem fazer outros se apaixonarem e assim este amor transbordará em mais e mais momentos em que o contar será a mágica que nos moverá.
Obrigado, por compor este movimento mundial de contar histórias para melhorar o mundo!
Que a palavra permaneça habitada em nossos corações, sempre!

Até o ano que vem!
Grupo de Contadores de Histórias Ayvu Rapyta.
Belém, 18 de março de 2012

domingo, 11 de março de 2012



CONVITE

O Grupo de Contadores de Histórias AYVU RAPYTA
realizará no Domingo, dia 18 de março de 9:00h às 12:00h no Bosque Rodrigues
Alves (Ruínas do Castelo) para um deleite literário em comemoração ao Dia
Internacional do Contador de Histórias.

"Eles escrevem em livros, nós estamos
escrevendo em almas" Provérbio africano. Então, venham e deixem a palavra habitar em
suas almas.

‎

Ayvu Rapyta – Termo indígena que significa “alma, ser, som
habitado, palavra habitada”.

Somos um grupo de contadores de histórias que tem como
fio condutor as narrativas contadas e costuradas na roca do tempo, das
culturas. Buscamos no prazer das leituras, habitar com sonho e magia no coração
das pessoas.

”GENTE DAS MARAVILHAS”:
Adrine Motley
Ana Lídia
Ana SelmaCunha
Ednei Dias
Eny Souza
Gilvanete Situba
Joana Martins
Maiolina Neves
Paulo Pomares
Ronaldo Alex
Sônia Situba
Tatiana Vasconcelos





www.palavrahabitada.blogspot.com
ayvurapyta@gmail.com
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Apresentação do ayvu Rapyta na Escola Estadual Gonçalo Duarte




No dia 20 de janeiro estivemos realizando apresentação dentro da I Jornada Literária da Eja da Escola Estadual Gonçalo Duarte com o título "Das visagens de Walcyr à poesia de Juraci" pudemos fazer um passeio delicioso pelos textos maravilhosos deste dois escritores paraenses: Walcyr Monteiro e Antonio Juraci Siqueira e pudemos constatar mais uma vez que independente da idade as histórias encantam à todos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Hoje a "bela Belém, a "cidade morena", a "cidade das mangueiras" a minha cidade querida, completa 396 anos de existência. Estou tão feliz por fazer parte da história deste lugar tão quente, literalmente falando, e poeticamente também.
Belém é aconchegante, recebe de braços abertos e oferece calor, chuva para refrescar, mangueiras centenárias que além da sombra dão mangas suculentas que alimentam o menino de rua e o senhor de paletó que não exita em juntá-la e levar para sua posterior refeição.
Belém é linda, histórica, moderna é apaixonante.
Problemas? Sim, temos muitos, como toda metrópole.
Mas Belém tem um encanto próprio que vem do rio que lhe beija a face, da floresta que lhe enfeita, das histórias vividas em suas ruas, nos seus casarios antigos, no passado ou em seu presente e que lhe fazem ser simplesmente: Belém.
Parabéns Belém!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Memórias do I Encontro de Contadores de Histórias da Amazônia

O primeiro dia do encontro

Sonhar alimenta a alma, faz a roda do tempo girar e nos torna cada vez mais humanos, mas realizar um sonho é algo que traz aconchego ao espírito e uma sensação de plenitude que faz com que não caibamos dentro de nós.

Assim me senti no primeiro dia deste encontro com o qual sonhei junto com companheiros e companheiras de sonhos, contadores de história deste chão amazônico em que vivemos.

Concretizar este sonho não foi fácil, mas quem disse que seria? Depois de vencido os desafios que a burocracia impôs, chegou então a tarde do dia 01º de dezembro de 2011.
Era o momento de acolher as pessoas que acreditaram no evento, momento de reencontrar pessoas queridas, e foram muitas, graças à Deus ,abraçá-las e ouvi-las dizer no meio do abraço: “ Que lindo, que bom que este momento está acontecendo”. Momento também de conhecer pessoas novas e saber que elas comungam do mesmo sonho, que é contar histórias, alimentar sonhos e melhorar o mundo por meio da palavra.

E por falar em melhorar o mundo por meio da palavra, podemos ver com nossos próprios olhos que a semente está plantada, ao ver nossas crias vivendo este momento de forma tão entregue e normal como numa brincadeira de criança, ouvindo histórias, participando delas como sujeitos ouvintes e brincantes que são.


Ao final do dia, como não poderia ser diferente, histórias e mais histórias....
E poder mais uma vez neste dia ouvir Celso Sisto, após a roda de conversa recheada de técnica e emoção, tivemos o prazer de lhe ouvir contar histórias fez sentir gostinho de quero mais e o outro dia prometia...



terça-feira, 15 de novembro de 2011